Target Consultoria
Voltar à biblioteca

Rotina de campo

Como montar um checklist de inspeção que não vira papelada

Checklist bom é curto, específico e gera ação. Veja como construímos as listas de verificação que usamos nas visitas aos clientes.

· 5 min de leitura · Conteúdo editorial Target

Técnicos de segurança registrando dados em prancheta durante inspeção

Checklist de segurança é uma ferramenta simples que costuma falhar por excesso. Listas de cem itens, copiadas de modelos genéricos, são preenchidas com 'conforme' do início ao fim — e não ajudam a encontrar o que realmente importa.

Princípios que usamos

  • Um checklist por tipo de inspeção: área, máquina, extintores, andaime, veículo;
  • Itens observáveis, com resposta objetiva — 'protetor da polia instalado' em vez de 'máquina segura';
  • Campo para foto e localização de cada não conformidade;
  • Classificação de criticidade, para separar o que precisa parar a atividade do que entra no plano de melhoria;
  • Responsável e prazo para cada pendência, já no momento da inspeção.

Menos itens, mais frequência

Uma lista de 15 itens aplicada toda semana traz mais resultado do que uma de 80 aplicada a cada seis meses. A frequência cria hábito e permite enxergar tendência: o mesmo item reprovado três vezes seguidas aponta uma causa que precisa ser tratada de outro jeito.

Revisão constante

Checklist também envelhece. Sempre que um acidente, um quase-acidente ou uma mudança de processo revela um risco novo, a lista deve ser atualizada. Nas empresas que acompanhamos, revisamos as listas junto com o inventário de riscos do PGR.

Da leitura à sua empresa

Vamos olhar para o seu caso?

A Target ajuda a entender o que se aplica à sua operação e a transformar pendências em um plano de trabalho.

Conversar com a Target

Continue explorando